Par ou Impar


E assim acaba a segunda temporada

Eles dizem que não há mais espaço para imagem. Sendo assim, não há mais espaço para mim.

Qualquer coisa estou no: Par ou Impar - Terceira Temporada.

 



Escrito por chelo_bueno às 15h14
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O que é belo, e real

café, cigarro um certo ar parisiense...Alguien anda por ahí

Grafitti

"tantas cosas empiezan y acaso acaban como un juego, supongo que te hizo gracia encontrar el dibujo al lado del tuyo, lo atribuiste a una casualidad o a un capricho y sólo la segunda vez te diste cuenta de que era intencionado y entonces lo miraste despacio, incluso volviste más siempre: la calle en su momento más solitario, ningún carro celular en las esquinas próximas, acercarse con indiferencia y nunca mirar los grafitti de frente sino desde la otra acera o en diagonal, fingiendo interés por la vidreria de al lado, yéndote en seguida..."

Julio Cortazar, Los relatos "4"



Escrito por chelo_bueno às 11h46
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Musuinha do Dia - Fumble (and recover)

Um pouco da minha sanidade mental e tranquilidade de descobrir. É terrível, mas apaziguador

Fumble

Architeture in Helsink

Fingers Crossed

Found a flaw in the ending of a book that I've read twice,
I set her straight, it's not based on your life.

There's tension in this room,
We'll have butterflies soon,
Fumbling 'round in the dark with a flashlight.

No need to be uncalm,
We'll leave it by the phone,
A message you can swallow,
A letter to sign,
No need to be alarmed,
We'll leave this all alone,
And all the guilt will follow you in a line.

There's tension in this room,
We'll have butterflies soon,
Fumbling 'round in the dark with a flashlight



Escrito por chelo_bueno às 11h33
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Crime e Recompensa

Luck...

 

Match Point (Woddy Allen - 2005)

Allen nunca foi exatatamente adepto de obras edificantes. Aliás, tentando explicar ou entender a natureza humana (Conceito bem vago, mas não pouco explorado, de Aristóteles à TODOS os ditos pensadores - e inclua ai os não pensadores, os dos bares, os das baladas ou mesmo os que almejam ser máquinas). Aliás quando a redenção em seus filmes vinham, eram de maneira inxplicável. Ainda que sim, parece que ao fim, sempre havia uma esperança num sentido ou uma tentativa de se apegar a crença que todas esta tábua de regras morais não estão ai em vão. E mesmo uma conivicção cristã de justiça, ainda que esta viesse  do "divino".

Aos 70 anos, Allen parece ter desistido de vez. Largou mão da humanidade. Ao fim, sem nenhuma esperança de justiça. Face a face com o pragmatismo. O cenário não poderia ser melhor escolhido. A analogia com o tênis chega a ser quase obrigatória. Esporte mais prgamático e preciso não há. mas claro. Até lá a sorte ajuda. Mas distante de todo jargão popular de talento aliado ao treino. Sorte, pura e simples.  A bolinha batendo no topo da fita, e naquele momento definindo, se vai para frente ou para trás. Sorte. Pura e simples.

E como a própria sorte pode enterrar o conceito de justiça. Mundo de resultados. Nesse momento entra Woody Allen e traduz, não sei se o ser humano, nem sei se o momento histórico. E o faz de um jeito que a parada para pensar se faz necessária.

 

*Scarlett Johansson é phoda...Muito*



Escrito por chelo_bueno às 11h18
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Em espiral, rumo ao centro

 

Vinicius, Tonia e um garrafa de cachorro.

Vinicius (Miguel Faria Jr. - 2005)

Documentário com um pé na idolatria. Os intememios, com Camila Morgado, sempre com aquela emoção que parece vir de algum lugar entre o osso e a pele. Travada no meio da garganta. Juro, quero vê-la um dia na tela, tranquila, com uma voz sem entonações épicas sempre muito além daquilo que é dito, por favor, um papel cotidiano e banal para Camila.

Se por ali o filme escorrega, em algum outro ponto o espírito de Vinicius aflora. Da boca de Chico, da boca de Powel de Toquinho mas o que mais me espanta é Tonia Carreiro. Por ali Vinicius começa a se manifestar, e tomar conta do filme, bonachão, grave e solto. Ao que parece um ambiente todo.

Quando ela colocou a figura do precipício como necessidade comecei a girar em espiral, em direção ao centro junto com as baixezas, as garrfas de wiskie e os amigos. Mas nem de longe sou Vinicius.

Casa aberta, sorriso solto, palvra precisa. Aliás palvara facíl para ele porque ao que tudo indica vinha diretamente do hipotálamo para a boca, sem filtros, sem peso.

A vontade que tenho agora é de tomar um gin tônica.

*E me pego pensando no motivo dele...e no medo de semelhanças - porque nem um pouquinho perto de Vinicius*



Escrito por chelo_bueno às 10h51
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