Par ou Impar


2046 e as coisas que não estão mais (lá ou aqui)

Não, eu não me sinto melhor agora

 

Sinopse

O escritor Chow Mo-Wan (Tony Leung Chiu Wan) retorna a Hong Kong para escrever um romance. Ele se hospeda em um hotel barato em Wanchai, assumindo a personalidade de playboy e conquistador. Chow inicia uma série de relações amorosas com diferentes mulheres que se hospedam no quarto 2046, que fica em frente ao seu. Enquanto isso, atormentado pelas lembranças dos anos que passou em Cingapura, Chow escreve uma história de ficção científica chamada "2046". Na história os passageiros de um trem fazem uma interminável viagem rumo a um destino misterioso, onde esperam reencontrar suas memórias perdidas.

 

Não, eu não me sinto melhor.

 

 

 

O Quarto

 

Um eterno retorno a 2046. Resgatar as memórias em 2046. Os nomes que se repetem. As relações de substituição. Porque a memória, ficou em segredo, no tronco de uma árvore no topo da montanha.

 

As coisas que estavam lá. Já não estão mais. E tudo que podia ser e não foi (?).

 

Assim, pessoas, coisas, casos, vão tentando preencher um lugar, talvez, impreenchível.

 

Algumas formas que conheço de 2046:

 

  • Se tiver fotos em porta retratos, trocar por outras (de outros alguéns, de outras coisas);
  • Se não tiver nada em casa para trocar, trocar a si mesmo (Modo 1 – destruindo, às vezes também o ambiente – Modo 2 – morte lenta e silenciosa);
  • Trocar pessoas, nomes (mas nunca as situações);
  • Se tiver objetos, deixar com que a casa se encarregue de que eles sejam, enterrados sobre papeis, sobre a roupa nova ou sobre a poeira;
  • Devolver;  (tempo, não se devolve)
  • Evitar;
  • Acordar de novo (e de novo, e de novo, e de novo).


Escrito por chelo_bueno às 02h33
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Quero ser um astronauta espaguete III

                       

Zero (virgula, zero-zero,zero...um)                                                                    Horizonte de eventos, distorção espacial, ditorção temporal

 

Distorção do espaço

"Nas proximidades de um campo gravitacional forte, o espaço-tempo sofre uma distorção que provoca um aumento das distâncias à medida que nos aproximamos da massa central. Para campos gravitacionais fracos esta distorção é desprezível. Portanto seu estudo e aplicação restringe-se a objetos com campo gravitacional muito forte, como é o caso de estrelas compactas (anãs brancas, estrelas de nêutrons), buracos negros ou galáxias massivas. A distorção acontece ao longo da direção radial, de forma que podemos determinar o comprimento de uma circunferência ao redor do buraco negro e calcular a área da esfera à qual ela pertence mas não podemos determinar com o mesmo tipo de geometria (Euclidiana), o raio da circunferência.

Por exemplo: Você está a bordo de um foguete orbitando (circulando) um buraco negro com RSch=3 km e dessa forma você mede a circunferência da órbita e então calcula (usando a geometria euclidiana) a distância (o raio da circunferência) até o buraco negro como sendo 30 km (distância suficiente para negligenciar a distorção do espaço). Então você anda 21,92 km em direção ao buraco negro e mede o raio da órbita. Você determina, dessa forma, que sua distância ao buraco negro é de 10 km e não 8,08 km (30 - 21,92) como a geometria Euclidiana prevê. Agora vá em direção ao buraco negro 28,52 km a partir da posição original. Pode parecer que você ultrapassará o horizonte de eventos (3 km) mas isso não acontece. Então você determina o raio novamente e verifica que você ainda está a 5 km do buraco negro e não 1,68 km (30 - 28,52) como a geometria Euclidiana prevê. Conclui-se claramente que o forte campo gravitacional distorceu o espaço.

A figura abaixo ilustra a distorção do espaço. O fenômeno ilustrado é chamado de lente gravitacional. "

Astronauta Espaguete e Tempo zero

Stephen Hawking explica algo mais ou menos assim " Suponhamos que um astronauta a beira do buraco negro fosse capaz de sobreviver a sua atração gravitacional. Para isso suas particulas teriam de estender-se. Ele ficaria mais ou menos como um espaguete. Imagine que, mesmo assim ele consiga manter todos os seus sentidos e o funcionamento de seu cérebro. Ele estaria viajando na velocidade da luz. Poderia contemplar o universo quase parado"

Eu quero ser um Astronauta Espaguete.

(Quando tiver o livro, trasncrevo o trecho, em lugar deste parco intento)

 

- Relatividade geral - Retirado do site - No tempo da Física de Henrrique Flemming

- Os Buracos Negros - Retirado do site - Feira de Ciências de Luiz Ferraz Netto

- Distorção do tempo - Retirado do site - Buracos Negros de Thaisa Storchi Bergmann, Fausto Kuhn Berenguer Barbosa e Rodrigo Nemmen da Silva



Escrito por chelo_bueno às 02h07
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Quero ser um astronauta espaguete II

                       

Zero (virgula, zero-zero,zero...um)                                                                    Horizonte de eventos, distorção espacial, ditorção temporal

 

Os Buracos Negros

" Imagine uma região do espaço onde a matéria se concentra. Sabemos que matéria atrai matéria, logo esta concentração cria um campo gravitacional intenso que irá atrair mais matéria, aumentando o campo gravitacional e atraindo mais matéria. Se a matéria estiver disponível em grande quantidade, a concentração irá aumentando exponencialmente. A compressão desta matéria irá formar uma estrela que empurra a matéria para fora até esgotar seu combustível, quando a estrela colapsa, seu campo gravitacional vence a batalha e atrai mais matéria, num vórtice alucinante: a estrela desmorona sobre si mesma. Ao atingir uma massa crítica a estrela "desaparece"! É que seu campo gravitacional se tornou tão forte que a própria luz não consegue escapar! Acaba de se formar um buraco negro.Além de uma linha teórica limite, chamada de horizonte de eventos, nada mais pode ser detectado. Apesar de não ser mais visto, ele continua a devorar matéria. Os únicos indícios de sua presença são as reações extremas da matéria que tenta fugir a este destino, gerando reações de alto brilho ou emitindo radiações de alta energia, como ondas de rádio e raios X, e o desvio da luz circundante que é distorcida por seu campo gravitacional.

Segundo Albert Einstein o centro do buraco negro é uma "singularidade", um ponto do universo onde o volume tende a zero, enquanto a densidade tende para o infinito...

Um campo gravitacional tão forte altera as características do espaço-tempo, uma concepção einsteniana da dualidade do espaço e do tempo, e, a partir deste ponto, nossa matemática tem de ser revista, para atender a parâmetros de difícil entendimento e visualização, como o aumento exponencial do número de dimensões."

(Continua...)

 



Escrito por chelo_bueno às 01h57
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Quero ser um astronauta

 

 

                          

Zero (virgula, zero-zero,zero...um)                                                                    Horizonte de eventos, distorção espacial, ditorção temporal

 

Buracos negros e Tempo zero

Relatividade geral

"A relatividade geral é a teoria do espaço-tempo. Segundo ela, as forças gravitacionais resultam da curvatura do espaço-tempo. Onde não há forças gravitacionais o espaço-tempo é plano, e um corpo se move em linha reta. As forças gravitacionais são conseqüências do encurvamento do espaço-tempo devido à presença de massas. Os corpos continuam a percorrer, entre dois pontos desse espaço-tempo curvo, o caminho mais curto, mas numa superfície curva o caminho mais curto entre dois pontos não é uma reta, e sim uma curva que depende dos detalhes do espaço-tempo. Por causa dos nossos hábitos tridimensionais, preferimos interpretar essa trajetória como causada por forças, no caso gravitacionais...

A relatividade geral abriu o caminho para a cosmologia quantitativa, pois as equações de Einstein podem ser aplicadas ao Universo como um todo. O tecido do Universo é o espaço-tempo: onde o espaço-tempo acaba, acaba o Universo, e acaba o tempo.

As equações de Einstein não possuem uma solução única para o Universo: apresentam um catálogo de possibilidades, e cabe às observações experimentais determinar qual delas descreve o Universo que efetivamente se realizou. No nosso estágio atual de conhecimento a escolha se resume a três possibilidades, que são os universos de Friedmann aberto, chato e fechado. O preferido de Einstein, e também o mais fácil de descrever para não-especialistas, é o fechado. Todos são universos em expansão, no sentido de que, para a imensa maioria das galáxias, a distância entre duas galáxias cresce continuamente. Um modelo que descreve bem as principais propriedades do Universo de Friedmann fechado é o de uma bexiga de borracha que, inflada, expande-se mantendo a forma esférica. A superfície da bexiga, que está ela mesma crescendo, seria o espaço em expansão. O espaço é finito e se fecha sobre si mesmo (forma esférica), mas é ilimitado, já que nunca se chega ao seu fim, como descobriu, em outras circunstâncias, Fernão de Magalhães. A descrição dinâmica deste universo é a seguinte: no estado inicial está concentrado em um ponto, e expandindo-se vertiginosamente. A taxa de expansão diminui gradualmente e chega um momento em que o Universo cessa de se expandir para, depois, começar a se contrair, refazendo, ao contrário, a primeira parte da evolução, e retornando ao ponto singular inicial. Nesta descrição temos, então, o início do tempo, quando se inicia a expansão, e o seu fim, quando se conclui a contração. Fora deste intervalo não existe Universo, ou espaço, ou tempo. Como disse acima, esta não é a única possibilidade. As duas outras, os universos de Friedmann aberto e chato, são, neste nível de descrição, muito semelhantes e podem ser tratados simultaneamente. Ambos possuem uma singularidade inicial (reduzem-se, no início, a um ponto), como o modelo descrito anteriormente, ou seja, possuem um início do tempo. Mas, à diferença dele, não possuem um fim do tempo. São universos de vida infinita e são infinitos também espacialmente, ou seja, não são circunavegáveis. Na presente situação experimental o candidato mais forte é o modelo de Friedmann aberto, mas não é possível, com segurança, excluir os outros dois.

Resumindo, a aplicação da relatividade geral ao Universo sugere fortemente a existência de um início para o tempo, e abre a possibilidade para que também exista um fim para ele."

(Continua...)



Escrito por chelo_bueno às 01h56
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Musiquinha do Dia - Introdução ao capitulo Espacial - Ou como fugir da Terra

Ladies and Gentelman...we are (pi)...Floating (pi) in sapce (pi)

Ladies and Gentelman We are floating in space

Spiritualized

Ladies and Gentelman we are floating in space

All I want in lifes
A little bit of love to take the pain away
Getting strong today
A giant step each day
All I want in lifes
A little bit of love to take the pain away
Getting strong today
A giant step each day

Ive been told
Only fools rush in
Only fools rush in
But I dont believe
I dont believe
I could still fall in love with you

I will love you til I die
And I will love you all the time
So please put your sweet hand in mine
And float in space
And drift in time
All my time until I die
Well float in space just you and I

I think Ill love you today
I guess thats what you get
And I dont know where we are all going to
Life dont get stranger than this
But it is what it is
And I dont know where we are all going to


All I want in lifes
A little bit of love to take the pain away
Getting strong today
A giant step each day
All I want in lifes
A little bit of love to take the pain away
Getting strong today
A giant step each day

Ive been told
Only fools rush in
Only fools rush in
But I dont believe
I dont believe
I could still fall in love with you

I will love you til I die
And I will love you all the time
So please put your sweet hand in mine
And float in space
And drift in time
All my time until I die
Well float in space just you and I

I think Ill love you today
I guess thats what you get
And I dont know where we are all going to
Life dont get stranger than this
But it is what it is
And I dont know where we are all going to




Escrito por chelo_bueno às 00h37
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